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Nas redes sociais corporativas, educar é mais importante do que controlar

por Mauro Segura
Separei alguns tópicos que considero relevantes, caso se interessem poderão acessar o link acima e conhecer um maravilhoso blog sobre Comunicação Corporativa.
1. a importância da divulgação dos objetivos estratégicos e o engajamento do colaboradores
Comunicação hoje tem um papel estratégico dentro das empresas, deixou de ser o “velho jornalismo corporativo” de duas décadas atrás para se tornar fundamental no relacionamento com os clientes e com a comunidade, bem como na formação e capacitação dos colaboradores. Para isso, é fundamental que a comunicação esteja conectada às prioridades corporativas, ou seja, a comunicação efetiva nas empresas é aquela que colabora para o atingimento dos objetivos estratégicos.
Existe um desafio evidente na comunicação interna em todas as empresas que é fazer com que cada funcionário tenha conhecimento dos objetivos corporativos, que entenda a estratégia, que viva os valores da empresa e que saiba como o seu trabalho diário pode colaborar para o sucesso de todos.
2. motivação por meio do reconhecimento do diferencial competitivo
As empresas não controlam a conversa nos corredores, nos cafezinhos e nos almoços. As empresas não controlam o que os seus funcionários conversam no telefone todos os dias, com familiares, fornecedores e clientes. As empresas não controlam todos os emails que chegam e saem das caixas postais de seus funcionários.
O caminho correto é a conscientização dos funcionários de que informação estratégica é diferencial competitivo, seja ela tratada numa conversa informal, numa reunião de planejamento ou “postada” numa rede social. Se o funcionário tiver consciência disso, e sabedor de como cuidar da informação que possui, então não importará o ambiente ou a mídia, ele sempre saberá tratar a informação com critério. Este é um passo importante para uma empresa entrar de verdade num ambiente colaborativo.
3. O trabalho dignifica o homem. Uma mente vazia é oficina de coisa ruim.
Obviamente que o uso de redes sociais durante o expediente pode distrair e desviar os funcionários de suas prioridades. Se isso acontecer de forma constante é porque a carga de trabalho dos funcionários está suave, que o sistema de gestão da empresa não está funcionando adequadamente, que os funcionários estão desmotivados com suas atividades de trabalho ou que os gerentes não conhecem ou não têm consciência do que os seus subordinados estão fazendo. Basta uma destas condições, ou uma combinação delas, para que as redes sociais no local de trabalho se tornem em algo mais interessante do que o próprio trabalho. O uso que os empregados darão às redes sociais no trabalho será diretamente proporcional ao engajamento e atitude já existente dentro da empresa.
A questão do impacto das redes sociais na produtividade do funcionário é sempre tema de discussões. Existem várias pesquisas que apontam para os dois lados: ganho e perda de produtividade. A minha avaliação é que o acesso livre à internet e o uso de redes sociais nas empresas são boas práticas e, em breve, serão inevitáveis. Em algumas empresas, o uso das redes sociais já é uma necessidade inerente às áreas fins de negócio. Já em outras, dependendo do segmento e das características do trabalho, o acesso às redes sociais pelos empregados pode até gerar mais produtividade.
Mega-mini currículo
Mauro Segura trabalhou na IBM de 1987 a 2000 e retornou à empresa em 2006. Desde dezembro de 2008, exerce a função de líder de marketing e comunicação da IBM Brasil, unidade que inclui as atividades de marketing, publicidade, inteligência de mercado, de comunicação interna, relacionamento com a imprensa e cidadania corporativa.

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